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O mês de março mais triste das nossas vidas, prevê médica da FIOCRUZ

Engin Akyurt no Pexels

Todos os dias notícias de que os leitos de UTI estão ficando lotados com pacientes infectados por Covid19 nos municípios brasileiros estão preenchendo as manchetes.

Dados das secretarias de saúde estaduais, apontam 17 estados com ocupação acima de 80% nos hospitais.

Outros 8 estados estão com taxas que superam 90%, como o Rio Grande do Sul por exemplo, que chegou ao assustador índice de 100%

A pneumologista Margareth Dalcomo, professora e pesquisadora da FIOCRUZ (Fundação Oswaldo Cruz), faz alguns questionamentos sobre como o país poderá conter essa onda de novos casos evitando um colapso no sistema de saúde e a estabilidade social do país e quais seriam as boas práticas para se proteger neste momento mais difícil de expansão do vírus?

A médica que concedeu entrevista a BBC News Brasil, se tornou uma das vozes mais ativas e influentes da ciência brasileira durante a pandemia, na entrevista ela analisa como avançamos para este pondo da pandemia e o que ainda pode ser feito para diminuir esse caos.

BBC News Brasil – Esse colapso poderia ser evitado com medidas que restringissem a circulação de pessoas e as aglomerações. Mas agora que essa oportunidade já passou, tem alguma coisa que podemos fazer para aliviar a situação?

Dalcolmo – Eu acredito que sim.

A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, da qual sou presidente eleita, publicou um documento assinado por outras 70 sociedades médicas que contesta esse discurso contra as máscaras que ouvimos recentemente.

Nosso manifesto mostra como esses equipamentos são ferramentas de proteção individual e coletiva. Esse discurso contraditório entre a ciência e a política tem causado muitos males à sociedade brasileira

Plusber | Jornalismo

 

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